A inteligência artificial torna as fraudes cada vez mais convincentes, mas o principal alvo dos cibercriminosos continua a ser a confiança. Na Black Friday, a exploração do sentido de urgência e da tendência para decisões impulsivas ganha particular relevância: entre descontos com prazo limitado e avisos de últimas unidades, os consumidores são incentivados a decidir rapidamente, criando condições favoráveis à fraude.
A cibersegurança já não é apenas uma questão de tecnologia. É, cada vez mais, uma questão de negócio, responsabilidade e capacidade de decisão. É neste contexto que, em outubro, Mês Europeu da Cibersegurança, a Devoteam Cyber Trust apresenta Questões sobre Segurança que todas as Empresas Devem Fazer, um guia que apresenta nove temas essenciais sobre segurança, risco e resiliência.
O smartphone tornou-se o centro da nossa vida digital. É através dele que acedemos às contas bancárias, ao e-mail, autorizamos pagamentos, armazenamos documentos de trabalho e utilizamos aplicações essenciais ao dia a dia. Esta concentração de informação faz dele um dos principais alvos dos cibercriminosos.
Viajar nunca foi tão simples, nem tão digital. Hoje, basta um smartphone para reservar voos, fazer o check-in no hotel, efetuar pagamentos, consultar mapas ou planear um itinerário com recurso à inteligência artificial.
A adoção de códigos QR tornou-se massiva nos últimos anos, impulsionada pela digitalização de serviços, pela normalização de pagamentos digitais e pela procura de experiências contactless. Esta conveniência transformou o QR code num elemento quotidiano e, por isso, num vetor cada vez mais explorado por atacantes.
As organizações dependem diariamente de bibliotecas open source, package managers, pipelines de CI/CD, plataformas cloud, ferramentas de desenvolvimento e serviços externos para acelerar a criação de aplicações e serviços digitais. Neste contexto, a confiança é indispensável para garantir inovação, agilidade e escala, mas passou também a fazer parte da superfície de ataque.